O último destino da nossa lua de mel foi Veneza, onde passamos duas noites. A impressão, infelizmente, não foi das melhores. Explico:
Chegamos com malas razoavelmente grandes (MUITO grandes) e fazia frio (estava congelando). Como não tínhamos ideia de quantos milhões de euros custaria um taxi do porto para o hotel, pegamos um metrô para a rodoviária e, depois, uma lancha (estilo zebrinha da W3). E pegar metrô e lancha, com malas grandes e morrendo de frio, foi uma experiência que adoraríamos não precisar repetir.
Chegando ao hotel, descobrimos que nosso quarto ficava no segundo andar e que não havia elevador. Subir com as malas nas costas até teria sido divertido se a escada não fosse extremamente estreita e o pé direito baixíssimo (mas não tão baixo quanto o do quarto).
Uma vez instalados e descansados, resolvemos dar uma volta pela cidade. Queríamos apenas nos aventurar pelas redondezas. Só que Veneza é tão pequena que visitamos todos os pontos turísticos (leia-se: Piazza San Marco e Ponte Rialto) em uma tarde, nos presenteando com um tedioso dia seguinte, sem ter nada para fazer.
Quanto à comida, amamos o café da manhã do hotel, mas ficamos frustrados com a “pizza italiana”. Tudo bem que nossa amostragem teve n=2, o que pode tornar nossa avaliação injusta. Mas, injustos ou não, ficamos com vontade de pegar o carro (o CARRO, não a gôndola), cruzar algumas quadras e devorar a Pizza à Bessa.
Por incrível que pareça, nossa melhor experiência gastronômica foi um jantar, no dia 31, no Hard Rock Café, que estava todo decorado de Halloween. Ah, eu sei, somos um maldito casal globalizado (que adora chicken fingers e coleciona o copo Hurricane).
Para piorar ainda mais nossa impressão em relação à terra do carnaval (que em nada se compara ao Rio), enfretamos tempo ruim no último dia. Tenta vizualizar: aeroporto longe, malas pesadas, piso irregular de pedras, barco e… chuva.
Eu sei que minha narrativa de Veneza parece pessimista, mas é só minha opinião. E, ainda que Veneza não tenha funcionado para nós, funciona muito bem para o capítulo final da novela da globo, onde o personagem principal, que conseguiu prender a ex-mulher-assassina-capeta-do-mal, consegue encontrar um novo amor na Piazza de San Marco; ou para a Angelina Jolie, que, para proteger o homem que ama de um gângster horrível, entra numa lancha e foge para alto mar. Também funciona para pessoas normais, como a irmã do Victor, que acabou de voltar de lá e adorou.
[Ah, e antes que eu me esqueça: andar de gôndola custa CEM euros e não, Veneza não fede.]










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2 de fevereiro de 2011 at 12:46 |
Novo post! Casei – Lua de Mel – Veneza (3 de 3) – via #twitoaster http://www.casamento10.com/casei-%e2%80%...
2 de fevereiro de 2011 at 10:11 |
Ainda bem que nunca quis ir lá!
2 de fevereiro de 2011 at 14:24 |
Ué, pode ser que, se você for, goste…
2 de fevereiro de 2011 at 14:26 |
uhn.. até pode ser, mas não faz muito meu estilo…
2 de fevereiro de 2011 at 11:18 |
KKKKKKKKKkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
A parte mais divertida do post definitivamente foi o “conseguiu prender a ex-mulher-assassina-capeta-do-mal”!!!
Desculpem-me, não pude me conter! :p
2 de fevereiro de 2011 at 14:22 |
Pareci noveleira, né? ¬¬
2 de fevereiro de 2011 at 11:54 |
o.O
Nossa visão de Veneza foi totalmente diferente da de vocês!
Pizza muito melhor que daqui (aliás, experimente o La Fornacella, melhor pizza de BSB disparado, comparável somente as melhores pizzas que comemos em Roma), achamos a cidade linda, andamos ela toda, e não se resume a piazza San Marco e Rialto mesmo. E negociamos com o gondoleiro e pagamos 60 euros o passei.
Que pena que foi uma experiencia ruim, Veneza com certeza é uma das cidades que mais gostei e com certeza quero voltar um dia.
O relato: http://mwporai.blogspot.com/2010/12/veneza-10-11-e-12-dias.html
2 de fevereiro de 2011 at 14:01 |
Oi!
Pois é, é uma questão de gosto mesmo. O Victor adora NY, eu adoro Las Vegas… Nossos lugares preferidos são os mais agitados, nunca os mais românticos. Aliás, em se tratando de romantismo, Veneza ganha até de Paris (na minha opinião, claro).
2 de fevereiro de 2011 at 13:08 |
Ah, me amarrei! Fiquei com a maior vontade de ir, mas não em época fria. Deve ser mó legal alugar uma lancha e ir pra alto mar, depois voltar e estacionar na porta do hotel :P Também não reclamaria se ficasse hospedada naquele quarto onde ficou a Angelina Jolie. Botei fé! Ah, não tinha lembrando de perguntar se fedia… ótima notícia.
2 de fevereiro de 2011 at 13:49 |
Quero Las Vegas! :P
2 de fevereiro de 2011 at 14:22 |
Eu também!
2 de fevereiro de 2011 at 13:32 |
CEM EUROS???
Bem que tinham me falado que era caro, mas não imaginei que fosse tanto assim… Diz que é 100 por casal, diz!
É, viajar com mala grande tendo que se virar com transporte é complicado! Compra uma mochila, menina! Cabe muita coisa e facilita muuuuuuito nessas horas!
E, mais uma vez, que coisa mais boa a sua viagem, hein!
Tb quero uma assim!!! Hahahahaha!
beijo =)
2 de fevereiro de 2011 at 14:23 |
Cem para o casal. Mas dizem que o valor é “negociável”. O problema é que eu não sei negociar em italiano :/
4 de fevereiro de 2011 at 18:46 |
É 100 pela gôndola, cabem até 4 ou 6 pessoas, sei lá. Vimos umas cheias. Mas para quem vai de lua de mel, é 100 para dois.
3 de fevereiro de 2011 at 10:55 |
que aventura, hein??
na minha Lua-de-mel quero paz e sossego!
quero ir pra praia e ficar admirando o mar debaixo de um guarda-sol,
sentindo a brisa marítima e tomando água de côco!!
uma viagem dessas, de aventura, fica pro primeiro ano de casamento!!!
;D
4 de fevereiro de 2011 at 12:05 |
Eu fui pra Veneza em abril, e o tempo estava friozinho (mas não insuportável) e super ensolarado! Dizem q no calor fica insuportável e realmente fede.
Minha impressão foi totalmente diferente. Acho que paguei uns 60 euros na gôndola (para o casal). Já q vcs tinham um dia livre, podiam fazer o passeio para as ilhas Murano, Burano e uma outra q eu não lembro o nome, é um passeio bem legal…
21 de março de 2011 at 10:31 |
Pode ser que vcs tenham escolhido o local errado p/ passar a lua de mel.
Pra curtir e aproveitar Veneza vc tem que realmente “viajar” e estudar um pouquinho pra entender a sua complexidade. Imaginar que desde sempre essa foi uma cidade única e diferente de tudo que existe por aí.
Se queixar de não ter o que fazer em Veneza? Faltou imaginação, hein? Só as lojinhas de artigos para exercitar a escrita são um caso a parte. As igrejas onde Vivaldi tocou… as lindas construções, cada detalhe da Igreja de São Marco e o Palácio Ducal, as lojas de couro e murano.
Sem falar do charme dos venezianos e venezianas…